Procurando resistir às práticas desumanas em Saúde Mental reflete-se no presente artigo sobre mecanismos subjetivos e sócio-institucionais que atuam na produção de estados mentais patológicos, experimentados como fenômeno de natureza individual, enfatizando, contudo, a ação das práticas discursivas no processo de “produção da loucura”, em seu caráter vincular (social), através da análise de fragmentos do filme brasileiro “Bicho de Sete Cabeças”.